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Ansiedade – Tratamento – Psicoterapia

Ansiedade- Tratamento – Psicoterapia:

Então você pode se perguntar Ansiedade tem cura? Como buscar tratamento? Psicoterapia pode ajudar?

A psicoterapia é a melhor forma de tratamento para Ansiedade?

Primeiramente trazemos um breve histórico da GestaltTerapia:

Oração da Gestalt-terapia
”Eu faço minhas coisas,
você faz as suas
Não estou neste mundo para viver de acordo com as suas expectativas
E você não está neste mundo para viver de acordo com as minhas
Você é você e eu sou eu
E se por acaso nos encontramos, é lindo
Se não, nada há a fazer.”
Fritz Perls

De acordo com Fritz Perls (1977), afirma que ansiedade é o vazio entre o agora e o depois, é o sair da vivência do aqui-agora. Pois sempre que abandonamos a base segura do agora, e ficamos preocupados com o futuro ou com o passado.

Então nós experienciamos as sensações da ansiedade. E uma das formas que nós preenchemos este vazio entre o agora e o depois é com coisas que nos trazem sensações de segurança, planos, proјetos, empregos fixos, e assim por diante.
Então a ansiedade é a excitação diante de algo que esta por vir a acontecer. Se fantasia sobre este futuro incerto criando expectativas que podem ser boas ou ruins. Pois estas expectativas são o medo em relação ao papel que queremos desempenhar.

Mas busca da realização de uma imagem. Por não conseguir tolerar essa tensão de ficar no vazio tentamos dispersar essas sensações nos fixando em formas repetitivas, como tornar o futuro seguro repetindo padrões que nós fazem deixar de nos arriscarmos, não interagindo com o nosso próprio potencial, interferindo no desenvolvimento natural do indivíduo.

Por que a energia que deveria ser dirigida para a ação fica mobilizada no excitamento e interrompe o ciclo normal de auto-regulação. Pois indivíduo não se atualiza e não se desenvolve. O ego se cristaliza, se comporta de forma habitual e sem consciência.

Mas repetição desta forma com o tempo torna-se depois um hábito. A mesma ação que fica cada vez mais difícil de ser ultrapassada e rompida gerando cada vez mais tensão e sensações desconfortáveis. (PERLS, 1977)
PERLS, F. S. Gestalt-Terapia Explicada. São Paulo: Summus, 1977

SÍNDROME DO PÂNICO E ANSIEDADE – Tratamento com Psicoterapia

Então oferecemos também Grupo Terapêutico: Síndrome do Pânico e Ansiedade.

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Por que a terapia em grupo favorece um contato autêntico do indivíduo consigo mesmo e com o seu meio, funciona ao tratamento para a síndrome do pânico e transtorno de ansiedade.

Mas por que proporciona um espaço de troca de experiências e aprendizado de novas maneiras de perceber e lidar com o problema, ampliando suas formas.

Então assim visando o auto-conhecimento, a prevenção e o tratamento da ansiedade ou depressão, promovendo desenvolvimento pessoal, alívio dos sintomas e melhor qualidade de vida.

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Buscar o tratamento da Ansiedade por meio da psicoterapia!

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Postura do Psicólogo Clínico

Postura do Psicólogo Clínico

Postura do Psicólogo Clínico é um texto realizado durante o curso de Psicologia sobre a postura do Psicólogo Clínico, como o mesmo deve conduzir a sessão e como deve se comportar para ter uma postura ética e profissional.

RELATÓRIO sobre a Postura do Psicólogo Clínico

Este relatório refere-se a uma aula teórica vivencial assistida no curso de formação de Gestalt-terapia, onde foi abordado principalmente a postura do Psicólogo clínico na visão da Gestalt. Este relato reflete muito mais as reflexões e a visão de minha experiência durante a aula. Do que a conteúdos passados pelos professores do curso de formação, pois a aula foi uma experiência muito mais vivencial do que teórica.

Todavia lembro que os conteúdos abaixo refletem minhas observações e reflexões a cerca da vivencia de uma aula do curso de formação, que dizem respeito sobre a postura do clínico durante o atendimento. Sobre a postura do Psicólogo Clínico. Mas ele deve evitar a tomar que em nada ajudam o processo terapêutico e sobre a postura correta que auxiliam o processo. Contudo aborda também o consulente, suas queixas principais e o papel do clinico na escuta dessas queixas, refere-se também sobre a função da Gestalt terapia e as possíveis clinicas da Gestalt.

Postura do clínico

Durante o atendimento clínico, o mesmo deve evitar sentimentos de ansiedade que por ventura venham ocorrer, por meio de pensamentos de querer ajudar o cliente a sair de um problema. Essa ansiedade pode prejudicar o contato com o cliente, pois o terapeuta pode acabar de algum modo influenciando ou sugestionando o cliente.

Sugestões essa que em nada auxilia o desenvolvimento do paciente. Muito pelo contrário que podem até por vir a acarretar num rompimento da relação entre cliente e terapeuta. Pois o terapeuta pode estar colocando ansiedades e dando sugestões que são suas e não do cliente.

Nunca deve antecipar um diagnóstico, seria como prever o futuro do cliente, não somos videntes, não podemos nos deixar levar por projeções que são nossas na maioria das vezes. Que dizem respeito a sentimentos que são nossos e não estamos sabendo separar. Pois senão estaremos interferindo no processo do cliente, tem que respeitar o processo, a velocidade do caminhar do paciente. Caminhando junto com ele, ao seu lado e não na sua frente. Pois certas intervenções podem estar dizendo a respeito a atender ansiedades e desejos nossos e não dos clientes.

Tem que se mostrar presente, não pode estar tão perto a ponto de interferir no processo do cliente. Mas também não pode se distanciar ao ponto de deixar o paciente sozinho nessa caminhada. Mostrando-se por meio de uma presença silenciosa, demonstrando-se interessado, absorvido pelo cliente, mas interferindo o menos possível.

O terapeuta não deve ter uma relação amistosa, não terapêutica com o cliente. Pois esse tipo de intervenção não permite a manifestação do fundo, fica só superficialmente na figura que o paciente trás para a psicoterapia. Não estamos nessa relação como reforçadores de comportamentos, tanto positivos quanto negativos, quem deve trabalhar é o cliente.  Entretanto devemos o deixar trabalhar, pois ele nos paga para isso, nos paga para suportamos as frustrações que a análise gera em nós, suportar a impotência e para abrirmos mão de julgamentos.

Erros de Postura Clínica

Pensar no momento da intervenção, devemos deixar as coisas acontecerem espontaneamente. Pois pensar previamente no que dizer é sair do aqui agora, sair do contato com o cliente. Mas estar no aqui agora é de suma importância para o processo terapêutico. Devemos estar sempre trazendo o cliente para o aqui agora, por meio de pontuações de gestos, de linguagens que o cliente faz e usa, e não percebe. Devemos cuidar essas questões na nossa Postura Clínico.

Não devemos pensar no momento da intervenção, devemos deixar as coisas acontecerem espontaneamente. Pois pensar previamente no que dizer é sair do aqui agora, sair do contato com o cliente. Mas estar no aqui agora é de suma importância para o processo terapêutico, devemos estar sempre trazendo o cliente para o aqui agora, por meio de pontuações de gestos, de linguagens que o cliente faz e usa, e não percebe.


Mas sempre respeitando os sinais e pedidos de limites que o cliente nos coloca, pontuando que não esta preparado ainda para trabalhar determinados conteúdos.
Percebendo e oferecendo suporte na angustia do consulente. Pois angustia é diferente de ansiedade, o momento em que o consulente vive angustia ele está elaborando. Criando e não é hora de frustrar e sim de dar suporte.
Por meio dessas intervenções o consulente consegue transcender a realidade, como se fosse um furo na venda que ele usa, nos conteúdos que ele não suportava enxergar. Todavia mantendo assim uma Postura Clínica ética.

O consulente

O consulente vem quase sempre na função de um queixoso, com demandas a serem trabalhadas. Onde se mostra geralmente com muita pressa, muita ansiedade para resolver um problema que lhe aflige.

Trazendo sempre consigo fantasias, curiosidades e expectativas sobre o clinico na postura do psicólogo clínico e sobre seus problemas. Todavia nesse momento não devemos ficar trabalhando em cima da figura apenas que o consulente trás. Todavia nunca devemos trabalhar o problema como se fosse uma tarefa a ser resolvida. Pois se fizermos isto, sempre depois que a tarefa for resolvida virá um momento de frustração do consulente.

Pois a queixa, a figura que ele trás, só é a máscara, é só o que está visível e não podemos ficar presos nisso. dessa forma se ficarmos e trabalharmos em apenas resolver isto. Pode ocorre à frustração do consulente, pois ele resolveu o problema que lhe afligia. Mas continua frustrado porque isso só era a mascara e virão outras mascaras.


Sempre há na caracterização da queixa uma “forma”, muitas vezes bizarra, estranha ao cliente. Mas que temos que nos dar conta e pontuar para o cliente. Pois ai esta o objetivo da terapia, pontuar para o cliente as suas formas de interagir com o ambiente.
Mas temos que salientar também que o cliente trabalha sempre com os meios e recursos que o clinico fornece para ele. Esses não podem ser limitados, tem que serem suficientes para deixar aparecer as formas que o consulente possui, e para poder ampliá-las.

Essas formas muitas vezes aparecem como “outro”, como algo estranho ao sujeito. Quase sempre aparecendo como algo inusitado. É a percepção de uma repetição, de uma impotência. É o que acontece no contato com o outro, e é o que devemos buscar para pontuar para o consulente para que ele tome consciência de suas formas. Mas para que ele possa as amplia-las.

Clinicas


Dentro da Gestalt temos três tipos possíveis de clínicas, não que ela esteja presa a esses três tipos, a qualquer momento pode ser criada uma outra clinica.

A primeira que vamos contemplar podemos chamar de clinica social. Tem a função de dar suporte, apoiar. Normalmente os consulentes se apresentam sem queixas definidas, apresentam-se com problemas concretos. Problemas sociais, como desemprego, fome, exclusão social, trabalho infantil, prostituição, etc. Neste tipo de clinica a tarefa que o consulente trás é muito importante, é um momento em que devemos dar o suporte que o consulente precisa. Até o momento em que o consulente possa eleger figuras. A clinica social intervêm em um sofrimento ético-político.

A segunda clinica

é a clinica da neurose, onde o consulente evita entrar em contato com o fundo e fica centrado em tarefas, em figuras. Pois às vezes tem coisas que são muito mais difíceis de enfrentar do que as tarefas/figuras, por isso o consulente se centra nas tarefas. O consulente já vem com queixas que por trás tem uma satisfação escondida. Por exemplo, como a pessoa que se queixa de dores e está em perícia, mas não quer se curar por que corre o risco de sair da perícia.


O consulente

está sempre tentando fugir do seu problema. Pois não sabe o que quer aparecer, então o trabalho do clínico na postura do psicólogo clínico é trabalhar. Mostrar para o consulente como ele foge, e como ele usa essa mesma forma, a repetindo em inúmeras situações em sua vida. No ajustamento neurótico o consulente sempre nega que tem alguma coisa que ele não consegue elaborar. Por isso ele tenta fugir do desconhecido.

A Clínica da psicose

E a clinica da psicose, onde o consulente geralmente se apresenta confuso de sua queixa, ou vem sem queixa. Apresenta-se sem um fundo ou com um fundo precário, cheio de lacunas (o extremo grau disso é o autismo), tem um fundo apagado, desarticulado. Ou os problemas que possui estão desarticulados, não estão amarrados. Então o consulente investi toda sua energia em tentar amarrar o que não esta amarrado. Não aparece as formas, por que não tem um fundo, não tem figura.


A estória

A estória para estes consulentes é desarticulada, tentam alucinar uma forma que não se inscreveu. Tentam delinear uma forma, onde o terapeuta deve auxiliar, tentar emancipar esse fundo, amarrar. Aonde o surto é um fracasso desse ajustamento.


O ajustamento psicótico

O ajustamento psicótico produz dois trabalhos, primeiramente o consulente tem que produzir os motivos. Às amarrações e ainda produz o desejo de fuga, como na neurose, para lidar com o sofrimento. Então é um trabalho em dobro e que consome muito mais energia. É um trabalho criativo, pois o consulente tem que criar. Produzir conteúdos para fazer as amarrações, criar um fundo para tapar suas lacunas.
É importante ressaltar que estas clínicas nunca estão separadas. Todas as pessoas fazem esses ajustamentos, todas as pessoas podem passar por estas três clinicas numa única sessão.

A Gestalt não busca mudar as nossas formas. Pois não mudamos nossas formas, podemos apenas conhece-las e amplia-las.
Todas as pessoas lidam sempre com dois pólos juntos, conservação e ampliação, abertura e fechamento. Estamos sempre nessa luta de pólos.
Nós como terapeutas cobramos pelas frustrações que controlamos durante o processo terapêutico. Pois quem paga para trabalhar suas frustrações é o consulente.


O clinico não deve se interessar pelas causas dos problemas e queixas do consulente e sim pelo aqui – agora. Pontuando no discurso e nas expressões do consulente as coisas estranhas, inusitadas que acontece nesse contato de terapeuta e consulente. Dessa maneira mantendo a postura do psicólogo Clínico.

A clínica gestaltica

A clínica Gestaltica é uma intervenção não sugestiva, é uma intervenção do aparecimento das formas. Fazendo desviar das queixas para as formas, dessa maneira estaremos sempre tentando produzir um estranho.
O terapeuta tem que saber deixar o cliente na ansiedade, na angustia.
Com o tempo as formas são assimiladas e viram fundo, perdem a força, a energia.

 

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O Corpo Fala

O Corpo Fala

O Corpo Fala ele sempre nos mostra ou da sinais do que estamos sentindo ou passando. Você consegue interpreta-los?

Vídeo link:

Olhe para você mesmo o seu Corpo Fala- você tem muito a descobrir!

Então nosso corpo fala. Ele também sabe o que é bom ou ruim para nós. Mas será que você costuma escutá-lo? Pois será que realmente damos o merecido valor aos sinais que nosso corpo emite? E somos capazes de perceber e identificar os sinais que ele envia para nós?

Porque na maioria das vezes muitos de nós acabamos por perder o contato com nós mesmos.

O seu corpo fala?

Então é que na maioria das vezes fomos educados para isso. Para aprender a aguentar e sublimar nossas vontades e sentimentos. Fomos ensinados a não demonstrar nossos sentimentos ou por algum motivo sentimos que não poderíamos demonstrá-los em determinadas ocasiões!

Acabamos generalizando e aprendendo a não sentir e a suportar.

PERCEBA SEU CORPO FALAR!

Algumas vezes nosso corpo nós mostra que algo não vai bem. Como uma dor de cabeça, dor nas costas, febre, dor no estômago… Ou algo menos perceptível uma ansiedade, angústia que não passa.

De forma que vamos aprendendo a solucionar o problema o mais rápido possível, com remédios para aliviar os sintomas, ou fugindo, evitando o problema.

Evitamos entrar em contato com o que está acontecendo e não nós permitindo sentir e viver o que está acontecendo.

Acabamos por não buscar uma nova forma de lidar com o problema ou uma aprendizagem de como evitar que isto siga se repetindo.

Se não sabemos o que nós acomete, não há como lidar com o problema, ficamos torcendo para que o problema acabe e nunca mais volte.

Mas algumas vezes os sintomas persistem voltam e continuam a voltar, ou retornam de outra forma se antes doía o estômago agora tenho tonturas ou algo assim.

Enquanto não pararmos para refletir e colocarmos nossas energias no que está acontecendo. Então realmente focar no que estamos sentindo, e mudarmos a forma de lidar com o problema, ele continuará persistindo!

 

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Transtorno bipolar

Transtorno Bipolar

Então o transtorno bipolar, também conhecido como doença maníaco-depressiva, é um transtorno de humor. No qual causa mudanças incomuns no humor, na energia da pessoa, nos níveis de atividade e na capacidade de realizar as tarefas cotidianas do dia-a-dia.

Mas o transtorno bipolar atinge cerca de 4% das pessoas em idade adulta. Pois o número de pessoas diagnosticadas com este quadro pode chegar a mais de 7 milhões de pessoas no Brasil.

Mas existem mais de um tipo de transtorno bipolar.  Todos eles envolvem mudanças  no humor, na energia e nos níveis de atividade. Esses estados de humor variam de períodos de comportamento extremamente “ascendente”, exaltado e energizado (conhecido como episódios maníacos) a períodos muito tristes, “baixos” ou sem esperança (conhecidos como episódios depressivos). Os períodos maníacos menos severos são conhecidos como episódios hipomaníacos.

Mas o correto é procurar um Psicólogo para realizar um diagnóstico correto e um tratamento eficaz. Pois com ajuda profissional os sintomas e as dificuldades podem ser tratadas e controladas. Por que dependendo do estado e grau desse transtorno a pessoa pode sentir-se muito mal. Com picos de depressão muito forte levando até ao suicídio e também picos de mania e euforia muito acentuados levando a comportamentos. Todavia que com o tempo podem causar muito desconforto e mal estar ao indivíduo. Como comportamentos sexuais atípicos e compulsão por jogos e gastos excessivos.

 

Leia também: http://psicologoflorianopolis.psc.br/poder-da-mente/

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Depressão

Depressão

Depressão: então você anda deprimido? Com falta de motivação? Problemas emocionais? Sensação de impotência. Logo sente incapacidade  de buscar satisfação  no meio  ambiente e busca de isolamento?

Depressão inclui sentimentos

Depressão inclui sentimentos que afetam a pessoa diretamente. Por que a   Síndrome  da  clínica  da  depressão  ainda   incluem:  Sensação  de  fracasso,  olhos opacos, alteração no sono. Pois afeta também falta de prazer real, pensamentos ligados a morte e/ou suicidas.  Apresenta também  perda  de    interesse   nas   diferentes   atividades, e  incluindo  sexualidade. Logo atinge também dificuldade  em expressar  e entrar em contato com seus sentimentos. Sensação de vazio não preenchível, perda de energia, fadiga, desânimo, desespero e desolação.

Psicoterapia 

Então com tratamento adequado principalmente com psicoterapia. Mas dependendo do caso com ajuda de psiquiatra.

Portanto em alguns casos se faz necessária a  intervenção conjunta psicológica e médica. No atendimento a pessoa deprimida. Mas a  depressão pode ser perfeitamente tratada. Mas desde  que o paciente de  o primeiro e mais importante passo. Que é o de procurar auxilio de um psicólogo.

Então em caso de se enquadrar nesses sintomas. Mas não deixe de buscar ajuda. Por que quanto mais cedo mais fácil de tratar. Qualquer dúvida ligue e ou marque uma sessão. A Psicoterapia é a melhor maneira de se entender. Todavia aprender sobre si mesmo, gerar um autoconhecimento que produza uma mudança de comportamentos. Contudo requer muito trabalho e esforço de lutar contra pensamentos e sentimentos negativos.

Pensamentos Negativos

Contudo na maioria dos casos necessita de um trabalho de médio a longo prazo de tratamento. Com sessões semanais e dependendo do caso, até mais de uma vez por semana. Até estabilizar pelo menos os sintomas e a pessoa começar a conseguir “lutar” contra seus sentimentos e pensamentos negativos. Pensamentos que são em grande parte desproporcionais a realidade. Com um olhar negativo, “torto”. No qual o mesmo encontra dificuldades para encontrar “saídas” para seus problemas e “força” e motivação para supera-los.

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